Helena Tavares
Coordena a área de pesquisa aplicada e a edição mensal do estúdio. Doze anos em times de plataforma financeira.
Somos onze pessoas trabalhando entre engenharia, design e pesquisa. Nascemos em São Paulo com um propósito direto: projetar sistemas brasileiros que continuam aprendendo depois que entram em operação.
O Campo Mental foi fundado em maio de 2023 por três pessoas que se conheceram dentro de uma equipe de plataforma de um banco múltiplo brasileiro. A inquietação que deu origem ao estúdio era simples: poucos times conseguem unir, ao mesmo tempo, engenharia sólida, leitura crítica de produto e produção editorial sobre a própria prática.
Decidimos ser exatamente isso. Trabalhamos por contrato fechado, com escopo curto e revisões públicas dentro da organização cliente. Cada projeto deixa atrás de si três coisas: um sistema funcionando em produção, uma equipe interna preparada para operá-lo e um documento técnico que pode virar leitura para o setor.
Atendemos hoje principalmente empresas de finanças, saúde e energia — três áreas em que decisão é ato regulado, e em que erro custa caro. Trabalhamos em português e em inglês, com clientes no Brasil e em Portugal.
Não somos uma agência. Não escalamos verticalmente. Mantemos um time pequeno, calibrado e estável — porque acreditamos que a qualidade do que entregamos depende da continuidade das pessoas que pensam o problema desde o primeiro dia.
Engenharia de software brasileira pode — e deve — ser uma das mais maduras do mundo.
Não trabalhamos com terceirizados em projetos. Quem assina o contrato, executa. Conheça o time que pode estar com você na próxima leitura técnica.
Coordena a área de pesquisa aplicada e a edição mensal do estúdio. Doze anos em times de plataforma financeira.
Lidera a prática de engenharia de plataformas. Antes do Campo Mental, foi staff engineer numa fintech listada em B3.
Conduz a prática de design de interfaces críticas. Mestrado em ergonomia cognitiva pela Unicamp, oito anos em saúde digital.
Responsável pela arquitetura de modelos e pipelines de avaliação. Trabalhou três anos no laboratório de IA de uma operadora de telecom.
Cuida da prática de engenharia de dados e dos contratos com provedores de nuvem soberana no Brasil.
Coordena a publicação editorial do estúdio e as parcerias com escolas de tecnologia em São Paulo, Recife e Florianópolis.
O que está aqui não é vitrine. São as decisões internas que moldaram o estúdio até a forma atual.
Helena, Bruno e Marina abrem o estúdio em uma sala alugada em Pinheiros, com três contratos em curso e nenhum site.
Campo Mental Vol. 01 sai em PDF, distribuído por e-mail para 240 leitores recrutados em comunidades técnicas brasileiras.
O time cresce para sete pessoas e ocupa um andar discreto na Rua Oscar Freire, ainda hoje a sede do estúdio.
Plataforma de prontuário interoperável para uma rede hospitalar com 14 unidades. Caso documentado em ensaio público.
Lançamento da prática editorial: estudos curtos remunerados, abertos a pesquisadores externos por convite.
Sistema de previsão de carga para uma distribuidora regional do Sudeste, em parceria com a equipe interna da empresa.
A equipe chega a onze pessoas. A edição atual marca dois anos de publicação contínua e 34 projetos entregues.